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Cachoeiras Lindas... Não perca a oportunidade de conhecer!

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Um dos Parques Ecológicos mais bonitos...

Trancoso - BA

Você ainda não conhece? Ta esperando o que? O lugar é Lindo!

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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Ubajara (CE)


Ahhh... o Ceará! Terra abençoada por Deus! Eu, particularmente sou apaixonada pelo nordeste... Um dia eu ainda serei sortuda a ponto de me mudar para lá! Mas falemos do que interessa... o Ceará, mais precisamente uma cidade chamada Ubajara! Já ouviu falar? Conhece? Se não conhece, você esta perdendo tempo!

A cidade cearense de Ubajara, tem o menor parque nacional do Brasil. O Parque Nacional de Ubajara foi criado em 1959 para proteger amostras de caatinga e floresta tropical no sertão cearense, além de grutas e cavernas. Muito legal! O lugar leva esse nome em razão da gruta do Ubajara, o maior atrativo turístico do local. A região oferece um clima bastante agradável e muita área verde. Ideal para quem quer um contato mais íntimo com a natureza. Sem contar na variedade de trilhas – em meio à fauna e flora ricas – e também algumas opções de esportes de montanha. O lugar é uma cidadezinha linda e muito tranquila, com vários povoados. Uma das principais atrações da cidade é o passeio ao pico do Ipu.

Historicamente falando, o nome Ubajara é de origem indígena e a tradução que prevalece para o nome é "Senhor da Canoa". Consta que a Gruta de Ubajara é conhecida desde o início do século XVIII, quando os portugueses realizaram expedições na região em busca de minérios, especialmente prata. Este nome teria surgido da lenda de um cacique que, vindo do litoral, teria habitado a gruta por muitos anos. Existem outras traduções para o nome como "Senhor das Flechas" e "Flecheiro Exímio". Algumas pessoas acreditam que a origem da gruta de Ubajara existe em razão das escavações em busca de prata, somado a quase duzentos anos de intempéries. A origem e essência do Parque sempre foram a gruta de Ubajara, motivo de crônicas curiosas de artistas locais.

A vegetação local predominante é a caatinga, mas outras três vegetações são encontradas na região: a Floresta Atlântica, a Floresta Subcaducifólia Amazônica e o Cerrado. A caatinga é constituída basicamente de árvores a arbustos com espinhos, que perdem as folhas na estação seca, de plantas suculentas espinhosas e de plantas herbáceas que desenvolvem-se depois das chuvas. O relevo da região resulta da combinação de aspectos geológicos estruturais e de processos de erosão atuais e sub atuais. Sua estrutura geológica é bastante complexa, com rochas variadas, que criam paisagens morfológicas diferentes. Nas regiões semi-áridas, o terreno é ondulado. A costa da Ibiapaba constitui uma das mais notáveis feições topográficas do Nordeste brasileiro pela extensão e continuidade da escarpa, que acompanha de perto os limites estaduais.

Já o clima local ocorrem em duas fases diferentes, comumente chamadas "inverno", a chuvosa, bastante curta e irregular; e "verão", a seca. A estação chuvosa inicia-se em fins do verão e se torna mais importante no outono. O período chuvoso que ocorre entre janeiro a junho. De julho a dezembro é estiagem.

A hospedagem em Ubajara não é muito variada, o tipo mais comuns encontrado lá são pousadas simples. E a alimentação, bom, no interior do parque, existe apenas uma lanchonete. Já na cidade de Ubajara, há mais opções de restaurantes, claro.

Atrações

Bica do cafundó: Situa-se dentro do Parque Nacional de Ubajara, distando 2 km do centro da cidade. A opção mais procurada é o passeio ecológico. No final é possível tomar um delicioso banho na Bica, em águas com sabor de montanha. Além disso, o local proporciona aos visitantes um visual invejável.

Bica do Ipu: Uma linda queda d’água. É um dos locais mais privilegiados do Estado e para a prática do rapel.

Cachoeira do Boi Morto: Situa-se a 13 quilômetros do município, é composta por várias cachoeiras.

Gruta de Ubajara: Quem não estiver disposto a andar, há um teleférico, o que reduz o passeio em 2 horas. O diferencial é a bela paisagem natural que pode ser contemplada do alto. O Parque abre diariamente das 8h às 17h e o ingresso custa R$ 3. O teleférico funciona até às 16h. Hoje em dia o Parque é considerado um dos mais organizados do Brasil.

Trekking na Gruta de Ubajara: Mas sua maior atração é a gruta que lhe deu o nome, com 1.120 metros de extensão, dos quais 420 metros estão abertos ao público, sempre com o acompanhamento de guias. A gruta de Ubajara possui galerias e salas com formações de estalactites e estalagmites, como a Pedra do Sino e a Sala das Sete Maravilhas. A trilha até ela – uma descida íngreme – tem duração de 3h, aproximadamente.

Parque Nacional - Bike: É possível percorrer um trecho de bicicleta, com pista bem desnivelada no interior do Parque Nacional. A opção é indicada aos mais experientes neste esporte.

Trilhas e Cachoeiras no Parque Nacional: Localizado na Chapada de Ibiapaba, o Parque Nacional de Ubajara apresenta uma vegetação exuberante com muitas opções de trilhas, seja pelas cachoeiras ou pelas grutas.

Outras Informações

Dicas gerais: Não deixe de utilizar o apoio dos guias da região. É preciso que os motoristas tenham bastante cuidado ao passarem pelas rodovias que cortam a cidade. Há um grande trânsito de pedestres por conta dos povoados.

O que levar? Agasalho; boné; protetor solar; tênis; muita disposição; máquina fotográfica; repelente.

Telefones Úteis: Código de área (DDD): 88
Código DDD: 88
Estação rodoviária: 3634-1195
Hospital: 3634-1652
Informação ao turismo: 3634-1219

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Pirenópolis (GO)


Se você esta afim mesmo é de se 'enfiar no mato' e curtir um pouco mais da natureza, além de praia, mar e sol... Essa é uma dica para você!

No interior do estado de Goiás, incrustada à Serra dos Pireneus, a cidade de Pirenópolis além de contar com tradicionais festas folclóricas, a cidade também é o 'point goianao' para esportes de aventura e ecoturismo. Pirenópolis possui uma natureza exuberante, protegida por santuários de vida silvestre e enriquecida por rios e cachoeiras da região. Lindo demais!

A história local conta que a cidade foi fundada por portugueses em 1727, e é uma das primeiras do estado de Goiás, tombada como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 1989. Possui um centro histórico preservado com casarões, ruas e igrejas do século XVIII. De acorodo com o último levantamento, residem em Pirenópolis pouco mais de 22 mil habitantes.

A vegetação local apresenta matas ciliares, matas semidecíduas, veredas e campos. Em sua maior parte, a vegetação é baixa, com árvores retorcidas. A região montanhosa sustenta o pitoresco e raro Cerrado Rupestre, sobre rochas. Trata-se de uma região serrana, já que está ligada à Serra dos Pireneus. Em Pirenópolis está localizado o Cerrado Rupestre, que fica sobre rochas. Já o clima, Tropical sub úmido, com dois períodos bastante distintos. O primeiro é chuvoso e quente, e dura de outubro a março, enquanto o segundo é seco e frio, e começa em abril e termina em setembro. No entanto, as temperaturas geralmente são amenas e agradáveis, com pequenas variações durante o ano.

Apesar de pequena, a cidade conta com uma variada rede de hospedagens. É possível instalar-se em hotéis, pousadas, campings ou até mesmo alugar casas para temporada. E os restaurantes locais oferecem especialidades da região, como o delicioso Risoto do Cerrado, além de todas as comidas tradicionais.

Atrações

Atividades Noturnas: O point da vida noturna é a Rua do Lazer, onde as pessoas costumam se encontram para conversar e se divertir, sentadas às mesas, que ficam dispostas nas calçadas.

Cachoeira do Abade: Situada na fazenda Cabaçais, tem queda de água de quase 21 metros. O acesso é feito pela estrada dos Pireneus, com placas indicativas.

Cachoeira do Rosário: Distante 35km da cidade, é uma cachoeira de 30 metros de queda. O local possui centro de visitantes com redário e serve-se uma refeição caipira feita no fogão a lenha.

Cachoeiras Meia Lua: Fica localizada na Fazenda Meia Lua, a seis quilômetros da cidade, e no pé da Serra dos Pireneus. O acesso é feito pela estrada dos Pireneus.

Fazenda Babilônia: Fazenda histórica tombada como patrimônio nacional. Antigo casarão colonial que foi sede de engenho de cana no século XIX, com objetos antigos, mobiliário da época e pequena capela barroca. No local é servido um farto café sertanejo goiano.

Fazenda Bonsucesso: A cinco quilômetros do centro, o local conta com seis cachoeiras com piscinas naturais. As mais visitadas são a Aladim, a Tamboril e a Azul. Para chegar à Cachoeira Azul, é necessário percorrer trilha de 1.500 metros, em que o bom condicionamento físico é fundamental.

Pedreiras: É considerado um ótimo local para caminhadas e é também onde ocorre a extração de pedras de Pirenópolis. Para se chegar às Pedreiras, deve-se pegar a estrada dos Pireneus.

Rafting no Rio Corumbá: Maravilhoso percurso no rio corumbá. Muitas corredeiras em um percurso de 12 Km rio abaixo. Muito boa a equipe que oferece este esporte.

Reserva Ecológica Vargem Grande: Apresenta duas cachoeiras - do Lázaro e de Santa Maria. Ambas formam um bonito espetáculo da natureza e são bastante procuradas por praticantes de trekking.

Serra dos Pireneus: Com três picos, sendo o mais alto a 1.385 metros de altitude, a Serra dos Pireneus serve de palco para aventuras de trekking e escalada. O local é protegido pelo Parque Estadual da Serra dos Pireneus.

Tirolesa Vôo dos Pireneus: Maravilhoso passeio na pousada tabapua dos pireneus. Passeio ecoturístico cujo final termina em um gigante tirolesa de 567 metros, um minuto de grito. Importante que é uma atração para todas as idades.

Outras Informações

Dicas Gerais: É possível contatar guias locais através da Associação dos Condutores de Visitantes de Pirenópolis, que fica à Rua do Bonfim, s/n - Centro. O telefone é (62)3331-2633. O email é acvp@atur.com.br .

O que levar? Protetor solar; Boné; Roupas confortável para caminhadas; Roupas de banho; Calçados confortáveis; Óculos de sol.

Telefones Úteis: Código de área (DDD): 62
Rodoviária:(62) 3331-2765 
Informações Turísticas: 3331-263
Hospital N. S. Rosário: 3331-1666 
Delegacia: 3331-1100


Gostaram? Espero que sim! O destino é lindo...


Até mais...

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Canela (RS)


Olá viajantes, felizes!?

Espero que sim. Se que faz um certo tempo que não dou as caras por aqui, mais confesso que andei (e ando ainda) meio desanimada com o blog e minha carreira que não se move para lugar nenhum. Mais enfim, falemos de coisas mais interessantes, como por exemplo, Canela no Rio Grande do Sul. Um lugar lindo e cheio de atrativos naturais... Duvidam!? Então visitem e descubram!

A origem do nome da cidade vem de uma árvore, a Caneleira, sob a qual os tropeiros descansavam e faziam suas pousadas. Além dos chocolates, lã, artesanato e artigos em couro, Canela também oferece diversas atividades ligadas à natureza como o rafting, canyoning e escalada. O frio típico do local dá um charme a mais à essa cidade.

Mundo a Vapor Canela RS
Antigamente, Canela era uma grande floresta de pinheiros de araucárias. Devido à abundância de madeira da região instalaram-se lá inúmeros madeireiros, extraindo milhares de metros cúbicos de madeira por ano. Em 1924, o Coronel João Corrêa Ferreira da Silva trouxe a ferrovia para Canela. Com o início das atividades industriais Canela passou a ser passagem entre os Campos de Cima da Serra e a Capital do Estado. Devido a esse movimento, além das paisagens e do clima, a exploração turística não tardou em começar. O município de Canela foi emancipado em 1944.

A vegetação local se resume em basicamente em três principais tipos da região: a Floresta da Encosta Atlântica, na encosta leste da serra; a Mata de Araucárias e os campos de gramíneas, onde são criados os gados da região. O município de Canela está dividido pelo Rio Caí (Santa Cruz), abrangendo as nascentes do Rio Paranhana (Santa Maria). Se encontra numa altitude é de 820m. Já o clima de Canela é temperado. A temperatura média é de 15ºC. No inverno os termômetros chegam a registrar temperaturas abaixo de zero.

Sobre a hospedagem, em Canela é possível encontrar os mais variados tipos de hospedagem tanto na infra-estrutura quanto na parte financeira. É possível encontrar campings, pousadas e hotéis luxuosos. A culinária local sofreu fortes influências alemãs e italianas. Nos restaurantes é fácil encontrar massas, fondues e galeto ao primo canto. Além disso, são típicos também o café colonial, a comida caseira e o famoso churrasco gaúcho.

Atrações

Alpen Park: O Alpen Park já é considerado o maior centro de lazer e entretenimento da Serra Gaúcha, destacando-se no cenário turístico do Rio Grande do Sul. Implantado no ano de 2003, possui uma excelente infra-estrutura para quem quiser curtir atividades ao ar livre. Possui Arvorismo, tirolesa, torre de rapel, muro de escalada, passeio de quadriciclo e passeio à cavalo além de um trenó que desliza pelas encostas de um vale por sobre trilho de aço inoxidável, Cinema 4D (único do gênero no Brasil) e a divertida atração "Casa da Monga". Aberto de Terça à Domingo das 9:00 às 18:00 horas sem fechar amo meio dia.

Atividades Noturnas: Em Canela, o turista encontra diversas opções de bares, danceterias e algumas casas de show. A maioria deles encontra-se no centro, nas duas ruas principais.

Cascata do Marmeleiro: Com 15 metros de altura e pontos de apoio, essa atração é recomendada para quem está iniciando a prática do rapel. Para chegar ao local é preciso caminhar 2,5 km por uma trilha.

Cascatinha dos Mentz: Essa queda d água de 20 metros de altura oferece pontos de rapel  negativo, sem apoio. O acesso para a cachoeira é por uma trilha de 1,5 km.

Parque do Caracol: Sem dúvida a grande atração do Parque é a Cascata do Caracol. Com 131 metros de altura, é formada pelo ribeirão, cujas curvas lembram o desenho de um caracol. Outra grande atração são os 927 degraus, que levam até a base da cachoeira. É preciso um bom condicionamento físico para subi-los. O Parque fica a 9 km de Canela.

Rio Paranha: Próprio para rafting, essa atração tem início na Barragem das Laranjeiras, que fica no Parque das Corredeiras. São três quilômetros de percurso por corredeiras de nível três. O acesso é pela estrada para o Morro Calçado (12 km).

Outras Informações

Dicas gerais: No inverno a temperatura chega a ser negativa. Gorro e cachecol não são exageros.

O que levar? Boné; Calça comprida; Lanche; Protetor solar; Roupa para banho.

Telefones Úteis: Código de área (DDD): 54
Prefeitura: 282-4077
Rodoviária: 282-1375
Informações turísticas: 282-1287
Hospital: 282-4344
Camping: 282-432
Pontos de Táxis 282.1061/ 282.2524/ 282.2450
Parque do Caracol: 282.3035



Bom é isso, espero que vocês tenham gostado da dica. E eu prometo não ficar mais tanto tempo assim longe daqui.

Até mais...

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Barra do Ibiraquera (SC)

Olá viajantes, felizes!?

Que bom! Tivemos um agradável feriado... Bom, para me redimir da minha incurável ausência, venho hoje postar para vocês um destino interessante para quem planeja dar uma “fugidinha” e descansas bastante. A Barra do Ibiraquera é um local para quem busca sossego. Localizada no município de Imbituba, o lugar conta com uma bela praia e também com a lagoa de Ibiraquera, um bom local para a prática de windsurf e kitsurf.

A região tem pouca infra-estrutura, mas agrada os visitantes. O vilarejo do local habita os pescadores que sobrevivem com a pesca do camarão rosa. A posição geográfica e os ventos da região fazem com que Ibiraquera seja um dos melhores lugares de windsurf do país. Atualmente a região recebe o Campeonato Brasileiro de Windsurf.

A região é cercada pela a Mata Atlântica e tem vegetação restinga. Morros, dunas e praias compõem o relevo da Barra do Ibiraquera.

Sobre o clima, a temperatura média da região é de 18ºC. O verão é quente e úmido. Já o inverno é ameno com média de 10ºC.

Existem algumas pousadas na região, mas os pescadores alugam suas casas na temporada por preços módicos. A região é conhecida pela pesca do camarão rosa. Não deixe de degustar algum prato que tenha como ingrediente principal o camarão.

Atrações!?

Observação da Pesca de Camarão: De noite os pescadores da região vão até a lagoa de Ibiraquera para pescarem o camarão rosa. As lanternas dos pescadores fazem uma bonita composição com a paisagem.
Pôr-do-sol: O pôr-do-sol da lagoa de Barra de Ibiraquera é um dos mais belos da região. O céu fica dourado e a lagoa passa a ter um tom avermelhado.

Sandboard: Como a região tem dunas é possível praticar o sanboard. Há locais que oferecem o equipamento necessário para o esporte.

Windsurf e Kitsurf: Ibiraquera é um dos melhores locais do Brasil para praticar windsurf em ondas. Em dias de vento nordeste ou sudoeste os freqüentadores da praia encontram ondas grandes. Já a lagoa de Ibiraquera oferece condições boas para a prática de slalom e de kitsurf.

Dicas Gerais: A Barra do Ibiraquera fica perto de outras praias famosas da região como a Praia do Rosa e Garopaba. Vale a pena fazer um passeio até esses lugares.

O que levar? Máquina fotográfica; Protetor solar e labial; Roupas para banho; Chinelo; Boné.

Telefones úteis: Código de área (DDD): 48
Prefeitura: 255-5700
Delegacia: 255-0099


Devo admitir que o pôr-do-sol de Ibiraquera é realmente um show a parte! E depois, Camarão de qualquer jeito é sempre bom... por essas e outras razões eu recomendo... E se alguém quiser me levar eu também aceito o convite!

Até mais...
Beijos...

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Ibitipoca (MG)

Olá viajantes, felizes!?

Se estiverem pensando em viajar aqui vai uma dica para quem curte acampar. Localizado no sudeste de Minas Gerais, o Parque Estadual de Ibitipoca recebe mais visitantes a cada ano que passa. As atrações são muitas: cachoeiras de águas geladas e alaranjadas (devido à decomposição da matéria orgânica vegetal), grutas dos mais diversos tamanhos, caminhadas repletas de bromélias e orquídeas e o mais famoso habitante do parque, o lobo-guará. Um lugar perfeito para quem quer esquecer a cidade grande e se divertir na natureza. É cobrada uma taxa de entrada para a  visitação.

Conceição do Ibitipoca nasceu com o Ciclo do Ouro, no final do século XVII. Hoje é alvo de muitas expedições científicas, devido às suas riquezas naturais. Nos anos 70 Ibitipoca começou a ser visitada por turistas que procuravam aventura junto à natureza. O Parque foi criado em 1973.

Essa região é conhecida pela grande quantidade de bromélias e orquídeas. A vegetação é baixa formada pelos campos rupestres e campos de altitudes. A presença de cactus, sempre-vivas, liquens e plantas carnívoras também é constante.

Ibitipoca apresenta uma paisagem bem peculiar com cactus, rochas e areia branca. Acredita-se que um dia essa região tenha sido mar e através de muitas metamorfoses o arenito tenha sido transformado em quartzito dando origem as diversas formas de relevo existentes. Alguns dizem que Ibitipoca é a boca de um vulcão adormecido devido as formas de ferradura de seus grandes abismos.

Sobre o clima local, a época ideal para se visitar Ibitipoca é entre dezembro e março, quando chove mais e as cachoeiras ficam perfeitas para banho.

Para ficar no camping dentro do Parque é necessário fazer reserva com uma certa antecedência. Apesar de serem 50 vagas, nos feriados o camping costuma lotar. Para reservas fale com a sede do Parque.

Sobre a alimentação, fora do Parque é possível encontrar diversas opções para alimentação. Para quem fica no camping dentro do Parque o prato do dia, oferecido na lanchonete, é uma ótima opção. Não deixe Ibitipoca sem provar o típico pão de canela da região.

E as atrações?

Atividades Noturnas: As longas caminhadas mandam os viajantes cedo para cama. Na lanchonete do Parque é possível encontrar a maioria dos acampantes jantando, conversando ou cantando ao som de um violão.

Circuito das Águas: Perto do camping existe a Prainha, onde é possível avistar o Rio do Salto formando várias piscinas naturais. Seguindo adiante encontra-se a Ponte de Pedra, um enorme túnel de pedra que impressiona pelo seu tamanho. Mais abaixo da Ponte de Pedra está a Cachoeira dos Macacos, a preferida de muitos aventureiros. É possível vê-la de cima e também de baixo, dependendo do fôlego do turista. O Lago dos Espelhos é um passeio mais tranqüilo que tem como destino um lago com areias brancas, lembrando em alguns momentos a praia. A cachoeira no lago dá o toque final.

Gruta das Bromélias: Para os fãs de cavernas esse passeio é um prato cheio. A Gruta das Bromélias é a segunda maior caverna de arenito-quartzito do mundo com, aproximadamente, 3 quilômetros de galerias e salões. No Parque existem placas indicando como chegar às atrações, entretanto há bifurcações sem indicações. A presença de um guia evita caminhos errados e mais longos.

Janela do Céu: A Janela do Céu é um mirante natural, de onde desemboca uma enorme cachoeira. Para esse passeio é necessário ter um pouco mais de disposição. Dependendo do caminho escolhido já se pode aproveitar para ver outras atrações como a Gruta do Monjolinho, dos Fugitivos, dos Três Arcos e dos Moreiras. Existem duas maneiras para se chegar à Janela do Céu: pela trilha das montanhas ou seguindo o curso do rio. Para quem for pelo rio deve-se ir primeiro até a Cachoeirinha, uma das mais lindas do Parque, e de lá seguir o rio. As águas são geladas, mas o visual compensa.

Pico do Pião: Caminhada com muitas subidas. De lá, além da vista maravilhosa do Parque encontram-se as ruínas de uma igreja destruída pela ação dos raios e tempestades.

Dicas Gerais: Comidas e cosméticos devem ser amarrados nas árvores ou deixados no carro para evitar que o lobo-guará rasgue a barraca. Recomenda-se abastecer o carro em Lima Duarte, visto que este é um último posto até o parque. O Parque possui um limite de entrada de 300 pessoas em dias comuns e 800 pessoas em fins de semana. Em feriados nacionais, corre-se o risco de não conseguir entrar no Parque.

O que levar? Agasalho para noite; Boné; Capa de chuva; Lanterna; Máquina fotográfica; Protetor solar; Roupa de banho; Tênis extra para caminhada.

Telefones úteis: Código de área (DDD): 32
Prefeitura: 3281-1282
Rodoviária: Praça Juscelino Kubitschek
Hospital: Praça da Matriz
Sede do Parque: 3281-1101

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Ilha de Marajó (PA)

Olá viajantes, felizes?!

Se por acaso a resposta for não, e vocês acharem que uma viagem poderá mudar esta situação. Aqui vai um destino que com toda certeza ajudará. A belíssima e exótica Ilha de Marajó, situada no estado do Pará e cercada pelos rios Amazonas, Tocantins e pelo oceano Atlântico. Apesar de tanto atributos a Ilha de Marajó ainda é pouco conhecida pelos turistas. A variedade da fauna é uma das grandes atrações da Ilha: são as mais diversas aves, peixes, macacos, capivaras, mas com certeza, as manadas de búfalo se destacam como símbolo da região.

São aproximadamente 250.000 habitantes. Dizem que a Ilha de Marajó foi descoberta antes mesmo do Brasil. Especula-se que os portugueses tenham chegado à Ilha em 1498. O navegador lusitano Duarte Pacheco Pereira, porém, acreditou estar pisando em território espanhol, de acordo com o Tratado de Tordesilhas. Sua atual economia se baseia na criação de búfalos, pesca, extração de madeira, açaí e borracha.

A vegetação da Ilha na parte leste é em sua maioria, savanas e galerias de florestas nas margens dos rios. Já a parte oeste é coberta por uma floresta primária. A Ilha de Marajó possui, aproximadamente, 50.000 km quadrados, sendo a maior ilha fluvial do mundo. Ela é dividida em duas regiões bem heterogêneas que apresentam aproximadamente a mesma extensão. A região leste é marcada por grandes planícies cobertas de pastos abertos, enquanto a oeste é uma região de florestas.

Sobre o clima, embora chova durante todo o ano, os meses entre junho e janeiro são considerados a melhor época do ano para visitar a região, pois é possível aproveitar melhor os passeios e a fauna da Ilha. Nos outros meses, grande parte da ilha fica alagada em função do grande volume de chuvas.

As opções de hospedagem são boas e variam entre hotéis e pousadas. O mais interessante, porém, é ficar nas fazendas, que já organizam passeios para os turistas. E as opções de restaurante? Muitos restaurantes servem o Frito do Vaqueiro, prato típico da região. São cortes de carne de búfalo fritos e misturados com farinha.



E as Atrações?!

Atividades Noturnas: Em Soure e Salvaterra existem bares e restaurantes. Em alguns deles acontecem espetáculos com danças típicas da região, como o carimbó.

Fazenda Bom Jesus: Nessa fazenda existe uma grande variedade de pássaros. Além disso o turista pode passear de búfalo e cavalo.

Museu do Marajó: Localizado próximo ao Lago Arari, esse museu, já premiado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), contém peças de cerâmica produzidas pelas índias marajoaras.

Praia de Joanes/Monsarás: A 15 quilômetros de Salvaterra, a praia de Joanes é muito procurada devido à presença de ruínas do século XVIII. Tem um total de 2 quilômetros de extensão.

Praia do Araruna: Para chegar nessa praia é preciso atravessar o Rio Araruna. Sua grande atração são os mangues que as águas do mar vêm tomando.

Praia do Pesqueiro: Esta praia, com 3 quilômetros de extensão, é uma das mais conhecidas. Sua areia é batida e amarela. Há ainda a presença de coqueiros e dunas.

Praia Grande (Salvaterra): Toda cercada de coqueiros a Praia Grande tem apenas 1,5 quilômetros de extensão. É possível visitar o farol que se encontra na praia.

Curiosidade: Na Ilha os búfalos são usados para quase tudo, da alimentação até os meios de transporte. Inclusive para a polícia, lá se encontra a única polícia montada que usa búfalos ao invés de cavalos.

Dicas gerais: Leve repelente contra mosquitos. É proibido caçar na Ilha.

O que levar? Boné; Calçado para caminhada; Máquina fotográfica; Protetor solar; Repelente; Roupas para banho.

Telefones úteis: Código de área (DDD): 91
Prefeitura (Belém): 218
Rodoviária: Praça da Matriz (Soure)
Informações Turísticas: 242-0033
Hospital: 741-1307
Serviço de Barcos: 246-7472/241-4977


Espero que vocês tenham gostado!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Canoa Quebrada (CE)

Olá viajantes,

Felizes!? (perguntinha difícil né!) Eu tenho uma pergunta mais fácil: Com frio? Sim, sim, sim... Que tal uma dica de destino para fugir desse frio então!? Canoa Quebrada fica a 170 km de Fortaleza e a 380 km de Natal. A cidade é bem pequena, o que a torna mais aconchegante e charmosa. Na rua principal, Dragão do Mar, mais conhecida como Broadway, só é permitido o trânsito de pedestres. É um grande corredor com bares, restaurantes e lojinhas nas laterais, além de muitos banquinhos. Seguindo reto pela Broadway chega-se a uma grande praça, de onde já é possível avistar as dunas. Para chegar na praia é preciso descer a escada, pois uma grande falésia esconde o mar. O litoral de Canoa Quebrada é assim, cheio de falésias, dunas e um mar bem verde.

Em 1650, o navegador português Francisco Ayres da Cunha encalhou no litoral de Canoa Quebrada. Quando chegou em terra deu seu braço quebrado ao mestre Sebastião. Foi então que surgiu o nome Canoa Quebrada. A cultura local é ainda muito forte na região, marcada principalmente pelas jangadas feitas de troncos amarrados. Também são conhecidas como paquete ou paquetinho, dependendo do seu tamanho. Vale a penas fazer um passeio em uma delas e ouvir algumas histórias de pescador.

Sobre a vegetação local, predominam as dunas, restingas e o mangue. O relevo dessa região é bem característico formado, principalmente, por dunas e falésias. Em Canoa Quebrada a temperatura é quente o ano todo, com a diferença que o inverno é que é o período de chuvas.

Já sobre a hospedagem, existem inúmeras opções de hospedagem em Canoa Quebrada, desde a mais simples até aquela mais luxuosa, e também para todo tipo de bolso. Fique atento se for ficar em algum lugar na rua principal, pois a noite o som das casas noturnas é ensurdecedor. Se você quiser gastar pouco e estiver com uma turma vale a pena alugar uma casa.

E o que tem de comer por lá!? Na Broadway existem inúmeras opções de restaurantes. As comidas são deliciosas e os preços acessíveis. Há também opções de sanduíches e sopas.

Atrações!?!?!

Duna do Pôr-do-Sol: No final do dia não deixa de ir na duna do pôr do sol. Ela é pertinho da cidade e dá para ir caminhando facilmente. A vista é fantástica. Se tiver disposição, leve uma canga e depois do pôr-do-sol aproveite um pouquinho e veja a lua e as estrelas, é uma experiência incrível.

Foz do Rio Jaguaribe: O passeio de bugue até a Foz do Rio Jaguaribe dura cerca de duas horas. Durante todo o percurso se está rodeado pelas dunas. No meio do caminho há lugares onde é possível fazer skibunda com pranchas de sandboard. A chegada à foz do rio Jaguaribe, onde ele se encontra com o mar. O retorno do passeio é pela praia, quando a maré ainda está seca.

Ponta Grossa: Este passeio de bugue é feito pelas praias, quando a maré está baixa. As praias, para o sul, são todas emolduradas por grandes falésias, normalmente de cor avermelhada. É um cenário maravilhoso. O destino final é uma grande duna, de onde é possível enxergar Canoa Quebrada.

Dicas Gerais: Para não correr nenhum tipo de risco só faça os passeios de bugue com aqueles que forem credenciados. São motoristas treinados e que não colocam a vida do turista em risco. Quando for fazer os passeios de bugue não esqueça os óculos escuros, pois a areia das dunas podem vir em sua direção e é importante que os olhos estejam protegidos.

O que Levar? Boné; Óculos escuros; Máquina fotográfica; Protetor solar; Roupa para banho; Toalha; Canga.

Telefones Úteis: Código de área (DDD): 88
Rodoviária (Aracati): (88) 3421-3074
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